20 de Novembro – Dia da Consciência Negra | #AmarElo – Emicida

Sexta-feira, 20 de Novembro. Dia da Consciência Negra. Ocasião dedicada a reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Para quem não sabe, essa data é escolhida em referência a data de morte do Zumbi dos Palmares, em 1695 – um dos maiores líderes negros que o Brasil teve, lutando pela representatividade, libertação, respeito a identidade e igualdade social do povo negro, africano e todos os seus descendentes.

Hoje, declamamos Emicida, fazendo uma referência a Belchior, com participação de Majur e Pabllo Vittar.

Emicida recebeu no dia 19 de novembro, uma das maiores premiações latino-americanas, o Grammy de 2020 na categoria de melhor álbum de rock, pelo trabalho realizado em AmarElo.

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Compositores: Antonio Carlos Belchior / Eduardo Dos Santos Balbino / Felipe Adorno Vassao / Leandro Roque De Oliveira

Letra de AmarElo © Warner Chappell Music, Inc

Voz: Daniele Santos| @dani.i.santos

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Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte

Porque apesar de muito moço me sinto são e salvo e forte

E tenho comigo pensado, Deus é brasileiro e anda do meu lado

E assim já não posso sofrer no ano passado

Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro

Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro

Eu sonho mais alto que drones

Combustível do meu tipo? A fome

Pra arregaçar como um ciclone (entendeu?)

Pra que amanhã não seja só um ontem

Com um novo nome

O abutre ronda, ansioso pela queda (sem sorte)

Findo mágoa, mano, sou mais que essa merda (bem mais)

Corpo, mente, alma, um, tipo Ayurveda

Estilo água, eu corro no meio das pedra

Na trama, tudo os drama turvo, eu sou um dramaturgo

Conclama a se afastar da lama, enquanto inflama o mundo

Sem melodrama, busco grana, isso é hosana em curso

Capulanas, catanas, buscar nirvana é o recurso

É um mundo cão pra nóiz, perder não é opção, certo?

De onde o vento faz a curva, brota o papo reto

Num deixo quieto, num tem como deixar quieto

A meta é deixar sem chão, quem riu de nóiz sem teto

(…)”

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